Uniprime Alliance
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Gerenciamento de Riscos

Solidez e liquidez são termos intimamente associados à imagem da Uniprime Alliance. São atributos muito valorizados pelos Cooperados, tanto quanto o bom atendimento, os ótimos produtos e serviços e as condições vantajosas que oferece. Tudo isso gera segurança e explica a crescente confiança depositada na Cooperativa, comprovada pela expansão do quadro de associados, das Operações de Crédito e do Patrimônio Líquido, entre outros indicadores.

Graças aos resultados obtidos, também tem merecido respeito cada vez maior das autoridades do sistema financeiro e mantido o mais alto grau de segurança no sistema cooperativista. O bom conceito é resultado do modelo de gestão adotado desde a constituição da Alliance. Esse rigor de conduta é um diferencial raramente citado, mas de extremo valor para a Cooperativa, pois é o alicerce firme que lhe permite atingir níveis cada vez mais altos em benefício dos Cooperados.

Fundo Garantidor Nacional (FGCOOP):

A Uniprime Alliance é associada ao FGCOOP, Fundo Garantidor Nacional das Cooperativas, que assegura seu investimento em até R$ 250.000,00 por CPF. Fundo regulamentado pela Resolução 4.284/2013 do Banco Central, de 5 de novembro de 2013.

Aderência à Resolução 3.380 - Risco Operacional:
Em cumprimento à Resolução 3.380 do Banco Central do Brasil de 29 de junho de 2006, a Uniprime Alliance informa sua estrutura direcionada para gerenciar o risco operacional. Esta Cooperativa segue recomendações do Manual e Políticas de Gerenciamento do Risco Operacional elaborado pela Central Interestadual para aderência à normatização.

Controles através de:

• Relatórios de mapeamento dos processos;
• Relatórios de perdas operacionais mensais;
• Relatórios consolidados das perdas anuais;
• Questionário dos processos;
• Relatório com banco de dados das perdas.

A ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL DEVE PREVER (ARTIGO 3°):

• Identificação, avaliação, monitoramento, controle e mitigação do risco operacional;
• Documentação e armazenamento de informações referentes às perdas associadas ao risco operacional;
• Elaboração, com periodicidade mínima anual, de relatórios que permitam a identificação e correção tempestiva das deficiências de controle e de gerenciamento do risco operacional;
• Realização, com periodicidade mínima anual, de testes de avaliação dos sistemas de controle de riscos operacionais;
• Elaboração e disseminação da política de gerenciamento de risco operacional aos integrantes da instituição, em seus diversos níveis, estabelecendo papéis e responsabilidades, bem como aos prestadores de serviços terceirizados;
• Existência de plano de contingência contendo as estratégias a serem adotadas para assegurar condições de continuidade das atividades e para limitar graves perdas decorrentes de risco operacional;
• Manutenção e divulgação de processo estruturado de comunicação e informação.

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